
O casamento de
Cinthia e Edson
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A contadora Cinthia e engenheiro Edson, filhos de Roberto Caetano Vasco e Dirce Dias Mello Vasco, Edson Luiz Duarte e Maria Lúcia M. Grillo Duarte se casaram, sábado, dia 17 na Igreja Matriz São Sebastião. A coluna lhes almeja felicidades.
Paraisense é a única mulher
gerente de plataforma do país
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A facilidade com matérias exatas levou a paraisense Maiza Pimenta Goulart a fazer engenharia. Na sexta-série, folheando um livro de profissões, escolheu a Engenharia Naval. “Tinha vontade de ir para a Marinha ou Aeronáutica, mas mulheres só ingressam depois de formadas; então fui fazer Engenharia Naval porque eu sonhava em construir submarinos, navios de guerra” .
O curso pretendido havia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e na USP (Universidade de São Paulo) em São Paulo. Como não gostava muito da cidade paulista preferiu o Rio de Janeiro. Já na universidade, conheceu outras áreas da Engenharia Naval e se desinteressou pela Marinha.
“O Brasil tinha o terceiro maior construtor de navios na década de 70/80. Até 1997, estava tudo fechado. Entrei na faculdade em 98 quando o mercado estava recomeçando, mas não havia perspectiva de emprego. Se já estava ruim na parte naval, na Marinha pior ainda. Não empregava, não construía submarinos, nem navios” explica.
Uma das cinco mulheres de sua turma, Maíza conheceu a parte náutica de veleiros e lanchas. No final do curso de cinco anos, a engenheira naval teve mais contato com o offshore (fora da terra – no mar) e logo começou a trabalhar na Petrobrás com bolsa de iniciação científica. “Já havia mudado a lei do petróleo e a Petrobrás começou a expandir muito. Quando ela começou a crescer ela levou todo o mercado para o petróleo offshore. Tempo de muitas descobertas, acabou o monopólio da empresa, altos investimentos”.
A um ano de se formar para engenheira naval, a paraisense prestou o concurso para trabalhar na Petrobrás. “A amiga que dividia apartamento comigo no Rio de Janeiro, me chamou para fazer a prova. Fizemos e nós duas passamos” disse a engenheira. Por motivos internos da empresa e por ter sido ano de eleição, os aprovados foram chamados após nove meses. “Apresentei a documentação em abril e em maio comecei a trabalhar onde eu havia feito estágio”. Como conta Maíza, foi um período de muito aprendizado, pois ela trabalhava com profissionais experientes que tinham mais de 30 anos de carreira. “Conheci países como França, Inglaterra, Estados Unidos e Holanda porque eles me mandavam para aprender”, lembra.
Em agosto de 2005, Maíza foi enviada à Vitória, Espírito Santo para acompanhar a obra da P-34. “Comecei a me envolver com a plataforma, com as pessoas de lá. Na época, eram quatro coordenadores: de embarcação, manutenção, produção de óleo específico e a de utilidades, hoje extinta. Faltava uma pessoa para assumir o cargo de coordenador de embarcação, uma área bem naval que cuida do recebimento do óleo, da transferência, tem contato com os órgãos de fiscalização. Tudo isso relacionado com o meu trabalho na sede”.
Com os conhecimentos adquiridos em um ano e meio na plataforma, a engenheira naval poderia ajudar a equipe na sede da empresa com a experiência operacional que havia tido. Em junho de 2008, o gerente da plataforma saiu e Maíza foi convidada a voltar como gerente.
O gerente é responsável por toda a plataforma, seja por problemas de caráter operacionais ou administrativos. “O gerente responde pela plataforma. Cem pessoas moram nela, de várias partes do país, de várias idades, de várias classes sociais e educações diferentes. Problemas variam. Às vezes falta água, é o leite que não veio o suficiente, até problemas mais complexos de engenharia”. Principalmente na parte técnica, a Petrobrás dispõe de pessoas específicas para cada área.
Maíza adora o que faz. Para ela, o complicado é o lado emocional. “Lido com pessoas de bom humor, de mau humor. O agravante é que nós ficamos 15 dias longe de casa. Há pessoas que vão trabalhar e deixam o filho doente em casa, outro perde o casamento da filha, várias situações. Para isso, tenho que estar co-m o emocional estável” revela. Os funcionários passam 15 dias embarcados e têm 27 dias de folga. A jornada de trabalho começa às 07h e pode chegar até 23h.
A P-34 tem o primeiro posto de pré sal e quatro de pós sal. A primeira separação do óleo é feita na plataforma. “Separamos o óleo da água e do gás. Nós tratamos a água e devolvemos ao mar. O óleo é enviado para o navio e parte para a refinaria” explica Maíza.
Corajosa, competente e bem humorada, Maíza se lembra de passagens as quais define como o ‘trágico/cômico’. “Era 2h da manhã e nós estávamos trabalhando e tudo estava dando errado. Uma das principais máquinas da plataforma parou de funcionar. Foi uma correria porque a plataforma depende dessa máquina. Quase 3h da manhã, nós estávamos tentando desembarcar para trazer outra máquina e acabou a energia da plataforma. São estórias para rir depois que passa...” diverte-se a engenheira.
Maíza ficou conhecida em toda a Petrobrás pela estória da bóia. “Eu trabalhava na gerência de engenharia naval e tinha um projeto que era desenvolvido com um instituto de pesquisas holandês. Várias empresas de petróleo trabalhando juntas. A Petrobrás ficou responsável por instalar uma bóia para medir ondas. Para adquiri-la é um processo burocrático. Demorou um ano para importá-la. Finalmente, a bóia chegou e fomos instalá-la. Foram quatro dias tentando fazer a instalação dentro de um barco que balançava muito no mar. No quinto dia conseguimos instalar. Desembarcamos na plataforma e quando olhei para trás, um pescador estava tentando pegar a bóia. Foi a única vez em que eu perdi a cabeça. Comecei a gritar e a chamar alguém para impedir. Depois de tanto trabalho, o pescador ainda queria levar a bóia?” distrai-se.
O acontecido fez com que ela conhecesse seu noivo, o carioca Otávio Henrique da Cruz Henaut, aquaviário oficial de náutica da Marinha Mercante.
Aos leitores que têm pretensão de fazer engenharia naval, a gerente setorial da plataforma P-34 aconselha a seguir em frente. “O mercado está aquecido. A Petrobrás é uma empresa que oferece estabilidade e nos dá toda a assistência necessária” finaliza.
ARRAIÁ DA ESCOLA NOVA
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Aconteceu em grande estilo, sábado, dia 16, na Liga Operária o Arraiá da Escola Nova. Ninguém cochilou
e a festa foi um show, com a presença de alunos e familiares, professores, diretores e amigos da Escola.

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Todas as mulheres gostam muito. Esta é uma sobremesa que podemos ter pronta sempre, pois nunca é demais.
Brigadeiro
de Colher
Ingredientes
2 latas (340 g cada) de leite condensado
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
50 g de manteiga
Modo de preparo
Numa panela larga, alta e de fundo grosso, coloque o leite condensado, o chocolate e a manteiga e aqueça.
Mexendo sempre, para não grudar nem queimar no fundo, e tomando cuidado, pois espirra bastante e é muito quente, cozinhe por uns 15 minutos, até o brigadeiro encorpar, escurecer, ganhar um brilho diferente, quase descolando do fundo da panela.
Versão rapidinha:
Num refratário bem alto, pois a massa sobe bastante e costuma derramar, misture 1 lata de leite condensado e 2 colheres (sopa) de chocolate em pó e cozinhe no micro-ondas, em potência alta, por 5 minutos, mexendo nos seguintes intervalos: aos 2, aos 4 e no final.
No final, junte 25 g de manteiga. Não prepare mais do que 1 receita por vez, pois a massa sobe muito quando ferve e transborda.
Miss Paraíso no
Miss Minas Gerais
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A Miss São Sebastião do Paraíso 2009, Mayara Oliveira, coordenada por Flávio Rodrigues Vieira participa neste sábado em Divinópolis, região central do Estado, da pré-seleção do concurso Miss Minas Gerais. Mayara tem 17 anos.
A história do cinema em Paraíso
projetada pela memória


Com uma postura ereta e um andar ligeiro, Sebastião Mateus da Silva tem 72 anos bem vividos. De bom humor, cordial e bom de prosa nosso entrevistado da semana tem uma história de vida que se mistura à história cultural de São Sebastião do Paraíso. Como ele mesmo disse, se falarmos em Sebastião Mateus da Silva ninguém sabe quem é, mas se falarmos em “Tião do Cinema” as pessoas logo se lembram dele. Este apelido se deve aos 58 anos em que Tião se dedicou a trabalhar nos dois antigos cinemas de Paraíso, Cine Recreio e Cine São Sebastião. Começou como baleiro, aquele menino que ficava vendendo balas em um tabuleiro portando uma lanterninha de mão para voltar o troco. Depois de uns anos, Tião foi para a cabine onde os filmes eram projetados. De início tomava conta dos rolos e monitorava o enquadramento dos filmes, mas depois passou a ser o projetor, o chefe do maior centro de entretenimento cultural que Paraíso já teve. Ele fala de um tempo que deixou saudades em todos que o viveram e até hoje desperta interesse nas novas gerações que, infelizmente, não desfrutaram dos antigos e famosos cinemas da cidade.
Onde o senhor nasceu, como é sua família?
Sou de Paraíso. Nós éramos dois irmãos, um faleceu e fiquei eu. Depois com o tempo, veio minha irmã que hoje mora minha vizinha. Meu pai mexia com comércio.
Como foi sua infância?
Teve uma época que meus pais trabalhavam na roça e eu saia de manhã cedo com seis sete embornais com almoço dos adultos. Eu ficava lá até umas duas da tarde depois vinha embora para a cidade. Isso foi poucos anos, até eu ir para o cinema.
Quantos anos de cinema?
58 anos.
O senhor começou no cinema com que idade e fazendo o quê?
Comecei com uns oito anos, no Cine Recreio. Comecei vendendo balas em um tabuleiro para a Dona Regina Leão. A sociedade do Cinema Recreio era dos irmãos Fressatti. Eu vendia balas em um tabuleiro repartido. Tinha balas Chita, balas Pipper, que eram as mais vendidas, tinha o chiclete Adans e a goma de mascar. Quando começavam os filmes, enquanto estava no trailler, eu estava vendendo no escuro. Tinha uma lanterninha para voltar o troco no escuro. Era uma beleza, uma delicia. Passados uns tempos eu fui para a cabine do cinema aprender a enrolar e projetar filmes, com um dos donos do cinema, que era o Augusto Fressatti. Isso foi uns anos e depois eu adquiri conhecimento para passar a projetar. Eles venderam o cinema para outros donos, mas eu continuei lá.
O que o senhor fazia na cabine?
Eu enrolava filme e ficava de olho na tela porque às vezes saia de quadro e a gente tinha que enquadrar. Na cabine eram dois aparelhos e duas pessoas. Enquanto um estava enrolando e colocando a fita no aparelho, o outro estava projetando. Então, tinha que ficar de olho na tela para por no quadro de novo caso saísse enquanto o filme estava passando. Com o passar dos anos eu passei a ser o chefe da cabine, tudo era por minha conta. Eu projetava e revisava o filme, pregava os cartazes nas tabuletas lá fora. Meu português não é muito bom, mas sempre tinha um amigo para avisar quando eu escrevia alguma coisa errada ou faltando alguma letra (risos). A nova sociedade adquiriu o Cinema São Sebastião e eu fiquei “o manda chuva”. Projeção, revisão de filme, prega de cartazes, buscar os cartazes em Ribeirão, era tudo por minha conta. Eu pegava o ônibus aqui e ia lá em Ribeirão Preto pegar os cartazes.
Como os filmes vinham para Paraíso?
Eles vinham de ônibus. Nós contratávamos em Ribeirão Preto, onde tinha várias companhias que distribuíam filmes, e eles mandavam de ônibus. Acontece que às vezes atrasava o filme e o senhor Gilberto de Carvalho, que era dos gerentes, mandava me chamar e falava: “Sebastião, monta no carro e vai lá buscar o filme”. Eu ia lá em Ribeirão, em qualquer casa de filme, pegava e vinha embora passar. O filme chegava já tinha gente esperando para assistir.
Como era o movimento do cinema em Paraíso?
Nem te falo. Por exemplo, aqui nós lançamos os filmes Ben Hur, Espartacus, os Dez Mandamentos. Passavam em uma base de seis a sete dias seguidos e toda sessão lotava. Eu não esqueço até hoje de um filme que deu muita bilheteria em Paraíso, um dos que eu recordo e que tive acesso aos borderôs para mandar para a Embrafilmes, que eles controlavam os ingressos, foi o filme “Estrada da Vida: Milionário e José Rico”. Passou uma semana aqui e foi embora com o cinema lotado. Passou sábado duas sessões, domingo três e segunda, terça, quarta, quinta e sexta, todos os dias o cinema lotado. E tivemos que mandar o filme para outra cidade. Lembro-me que foi para Mococa. Ali na praça não tinha calçadão ainda e era aquele movimento de gente. As pessoas se encontravam na Praça, em frente ao cinema e ali ficavam. Os homens andavam para um lado e as mulheres para outro, o famoso flerte. Era uma beleza, um movimento que você não faz ideia.
O senhor me disse que o Cine São Sebastião era modelo na região. O que tinha nele de especial?
Tinha uma sala de estar, bomboniere, tinha uma mesa com revistas e jornais para a pessoa ler antes de começar o filme. Teve uma época que passava uma novela chamada Direito de Nascer que fez o povo se afastar do cinema um pouquinho porque passava justamente na hora de uma sessão. Mas o senhor Gilberto de Carvalho teve a ideia de comprar uma televisão e eu pus lá na frente do cinema. Na frente tinha uma imitação de uma fonte luminosa e ele mandou eu desligar a fonte e por uma televisão para o povo ver a novela. Muita gente assistia a novela lá e quando acabava a novela entrava para ver o filme. No cinema tinha uma tela que na região não existia; ela tinha nove metros de altura por dezoito de largura (cinemascope). Passava filme que todo mundo que chegava aqui ficava abismado.
O senhor falou em enrolar filmes, projetar e enquadrar. Explique, por cima, como eram os filmes antigamente?
Os filmes vinham em rolos dentro de umas latas. Para cada filme eram muitos rolos, muitas latas. A gente tirava aquele rolo e punha no parelho para rolar. O rolo de filme já vinha com a gravação do som. Uma vez veio um filme de ópera, eram umas doze latas de vinte minutos cada. Começou a passar aquilo lá e o povo começou a cantar, um cantava dali e outro de cá. O finado Zezé Amaral falou para cortar um pouco do filme, para colocarmos o final no meio para segurar o povo no cinema. Foi engraçado. Lotava o cinema. Sexta, sábado, domingo, segunda, todos os dias lotava. Tinha dias que quando acabava uma sessão a fila para a próxima estava ali na esquina onde é a Castro Confecções, pessoas esperando para entrar no cinema.
Por que o cinema foi fechado?
Eu não lembro datas, mas sei que foi fracassando foi fracassando e no fim estava dando prejuízo. Alugava filme em Ribeirão Preto e chegava aqui não dava para pagar o aluguel com a renda do cinema. Com isso foi indo, foi indo até que teve que fechar. Então resolveram por uma loja lá.
O que te faz sentir mais saudades do cinema?
Da turma de amigos. Ali era um lugar de reuniões. Tinha uma turma que marcava ponto lá: o Dr. Quinzinho, o Hélio Figueiredo e outros. Eles iam todos os dias e até assistiam duas ou três vezes cada filme. Eles tinham os lugarzinhos dele lá no cinema. O Dr. Quinzinho era um dos maiores acionistas do cinema e ia muito lá. Sinto saudades dos momentos de alegria que tivemos juntos ali.
Como era viver em Paraíso naquela época?
A gente andava nas ruas tarde da noite e era uma tranquilidade. Hoje, às oito da noite já temos que fechar a casa. Eu, por exemplo, saía do cinema às dez e pouco da noite e ia na Lanchonete Achei, que era do Tião Repolho, e ajudava ele ali um pouquinho quando estava apertado. Eu ajudava lá, comia e tomava uma cervejinha. Depois eu ia para casa, tran-Squilo, tarde da noite, sem problemas. Era uma delicia. Era uma delicia minha vida. Eu só trabalhava e não preocupava com nada.
E depois que o cinema fechou, o que o senhor passou a fazer?
Eu já estava trabalhando como técnico de rádio. Tinha aprendido com o finado Juca Mafra e nas horas vagas eu mexia com isso. Depois comecei a mexer com televisão e mais pra frente com a parte elétrica. Hoje sou eletricista. Estou ai fazendo meus biquinhos, com 72 anos. Aposentei pelo cinema. Todos me conhecem por “Tião do Cinema”. Se você chegar ali na esquina e perguntar onde mora o senhor Sebastião Mateus da Silva ninguém vai saber. Mas se perguntar onde mora o “Tião do Cinema” todos vão mostrar minha casa.
Como é seu dia a dia?
Meu dia a dia é trabalhar com alguma coisa, assistir uma novela e ir nos fins de semana para a chácara com a filha e a esposa. Tenho uma filha e três filhos. Netos são cinco. Gosto de ficar com minha família, mas três filhos moram em Brasília.
Qual a sua religião?
Sou católico praticante. Cada pessoa tem sua crença e eu tenho a minha. Nasci católico, sou católico e nesta religião vou morrer.
Gostaria que o senhor deixasse uma mensagem aos leitores do Jornal do Sudoeste.
A única coisa eu desejo é que a mocidade de hoje viva no caminho certo. Eu tenho meus filhos, graças a Deus nenhum deu trabalho, tudo direitinho. Agora, você vê esta juventude de hoje, quanta coisa errada! Não respeitam pai nem mãe. Eu creio que a pessoa deve respeitar os pais. Dia desses eu fui em uma casa arrumar uma luz e um rapazinho estava maltratando a mãe. Eu quase bati nele de tanta raiva que eu fiquei. Eu falei para ele: “Respeita sua mãe! Mãe só existe uma no mundo!”. Passou uns dias ele encontrou comigo e falou: “Sebastião, o senhor falou aquilo comigo e tinha razão. Eu coloquei a mão na consciência e você está certo, eu vou respeitar minha mãe e meu pai, que eu só tenho pai e mãe uma vez na vida”. É isso, minha mensagem é para a juventude respeitar os pais e viver no caminho certo.
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RG EVENTOS
Marina e Jonny

Casaram-se dia 17/07 na Igreja Santo Antonio, decorada por Selma, Floricultura Amália, com músicas executadas por Luciano Altran e equipe em belíssima cerimônia com o Padre. Marina teve sua beleza realçada no Studio de Beleza Anésia, de onde saiu linda e tranqüila com o excelente atendimento no seu “dia da noiva”. A noiva filha de José Carlos Martins e Maria Eunice Soares e o noivo filho de Jonny Paro e Sonia Martins Paro (Indaiatuba-SP). Após a cerimônia religiosa, noivos e pais receberam familiares e amigos íntimos no Espaço Italian, também decorado por Selma. A dedicação da noiva aos preparativos, culminou em uma festa harmoniosa e alegre. O cardápio do Italian Buffet agradou a todos. Os doces de Susi Chocolate foram um sucesso. O DJ Guilherme de Franca da Equipe do DJ Renatinho mais uma vez brilhou em Paraíso animando a festa e cuidando da iluminação ambiente. Os detalhes como lembranças, adereços, impressos esmerados, foram notados por todos. Os registros das imagens foram de Márcio Goulart do Studio 9. A Equipe RG Eventos Assessoria e Cerimonial parabeniza os noivos e agradece a confiança.
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Aniversariantes
Neste sábado, 24, Milena Cristina, filha de Ana Izabel e Valdir Marques.
Domingo, 25, Amélio Marques.
Dia 26 Wilson Varela (Português), Luiz Antônio Queiroz.
Dia 27 Roseli Aparecida Elias.
Dia 29 Dagmar Queiroz, Dalyla Silva Souza, Elaine Lamonier S. Fernandes e Marisa Fiori.
Dia 30, a jornalista Angélica Dizaró, Daiane Nascimento Moreira.
Dia 31 Viviane Scarano Pedroso Bertozzi, a jornalista Heloisa Aguieiras, Clara Silva Carvalho, filha de Cleiton Carvalho e Kátia Silva Carvalho, irmã de Kamila.
Enlace Matrimonial
Ângela e Diego se unem em matrimonio neste sábado , 24 de julho às 20h30 na bela igreja matriz de Jacuí.A cerimônia do casamento civil aconteceu ontem no Cartório de Registro Civil. Eternizando este momento especial , a Mult Clip Vídeo Foto Produções, presente com Pedro Delfante e equipe .
Chegada de Folia de Reis
A Fazenda Taquaral recebeu no domingo a partir das 12h, a conceituada companhia de Santos Reis Estrela do Oriente, oportunidade também para a comemoração do aniversário do festeiro Vitor Bento de Almeida. Momentos de fé, devoção e muita alegria. Ao final foi servido um delicioso almoço a todos os presentes.Tudo registrado pela Mult clip com Pedro Delfante e equipe.

Alice,
Tê-la em nossa vida é
um presente do céu.
Muito obrigada por compartilhar mais um ano conosco.
Feliz Aniversário!
27/07/10.

Mariana Vicktória da Cunha Freitas
“Você é um sonho realizado que nos faz muito felizes.”
Feliz Aniversário!
De papai Osvaldo Cunha, mamãe Marly Cunha, irmão Matheus Cunha e toda sua família.
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