TERRA NOSTRA

Nation League

Por: Manolo D´Aiuto | Categoria: Cultura | 12-10-2021 11:00 | 222
Foto: Reprodução

Na semana de descanso devido ao empenho das seleções, ao contrário do Brasil onde inexplicavelmente segue jogando, a atenção dos torcedores europeus se concentrou na final da Liga Nacional, competição já em seu segundo ano, que aconteceu na Itália em Milão e Turim.

Os quatro candidatos a competir foram Espanha, Itália, França e Bélgica, que hoje representam os melhores da Europa.

A primeira semifinal aconteceu em Milão e viu Espanha e Itália se enfrentando, para relembrar a semifinal do campeonato europeu.

Assim como no Campeonato Europeu, a Espanha se mostrou o único time capaz de representar um perigo real para a Itália, que chegou à partida invicta em 36 jogos, um recorde mundial. “Na semana de descanso devido ao empenho das seleções, ao contrário do Brasil onde inexplicavelmente segue jogando, a atenção dos torcedores europeus se concentrou na final da Liga Nacional, competição já em seu segundo ano, que aconteceu na Itália em Milão e Turim.

Os quatro candidatos a competir foram Espanha, Itália, França e Bélgica, que hoje representam os melhores da Europa. A primeira semifinal aconteceu em Milão e viu Espanha e Itália se enfrentando, para relembrar a semifinal do campeonato europeu.

Assim como no Campeonato Europeu, a Espanha se mostrou o único time capaz de representar um perigo real para a Itália, que chegou à partida invicta em 36 jogos, um recorde mundial. “A Itália, órfã de um verdadeiro centroavante, com imóvel e belotti fora de serviço, alinhou um time com um falso nove, Bernardeschi no centro da área, contando com a igreja e famoso nas alas, do outro lado Luis Enrique surpreendido por ter destacado o estreante Gavi, de 17 anos, como ponta-central, com Ferran Torres como finalizador.

O técnico das Fúrias Vermelhas, conhecido conhecedor e admirador do futebol italiano, imediatamente armou o jogo com posse de bola longa, alta pressão e pressão sobre o campo central azul comandado por um dos casais mais fortes do mundo Verratti.Jorjinho impedindo a Itália a construção do jogo.

Os efeitos foram imediatamente visíveis, com a Espanha a jogar e a Itália a tentar voltar aos trilhos com Chiesa e Insigne.

No final da partida, os ibéricos terão recebido uma posse de bola impressionante de 78%

Espanha começou forte imediatamente Indo à baliza aos dezessete minutos aproveitando uma asneira na direita de Di Lorenzo.

Os azzurri avançaram mesmo que, pouco depois, pudessem ter empatado se o Insigne, sozinho na frente do golo, não tivesse devorado uma oportunidade de golo sensacional.

A verdadeira virada da partida, porém, vem a três minutos do descanso, quando Bonucci comete uma idiotice e sofre o segundo cartão amarelo, condenando seu time a permanecer em dez.

Nos acréscimos, Ferran Torres foi dobrado. No segundo tempo, a Espanha manteve a pressão ainda mais, conseguindo travar a Itália, que de qualquer forma teve suas chan-ces com Chiesa e Bernanrdeschi.

No final também encontrou a forma de reabrir o jogo com um golo de Pellegrini, mas agora o jogo estava encerrado.

Na outra semifinal, a França conseguiu vencer em Romonta a Bélgica com dois gols de vantagem, provando mais uma vez que, independente da classificação da Fifa que vê os red devils na liderança, a seleção belga ainda carece de personalidade. Na final pelo terceiro lugar, a Itália ultrapassou a Bélgica em um jogo divertido disputado sem muita pressão.

O astro enrico Chiesa, que semeou o pânico nas fileiras belgas, provando ser um jogador de ponta.

Barella e Locatelli assinaram a dupla vantagem para os azzurri com De Kateeleree, que reabriu os jogos a quatro minutos do fim.

A terceira colocação confirma o bom momento da Itália que, apesar do passo em falso contra a Espanha, se apresenta como uma das seleções candidatas à final da próxima Copa do Mundo, no Quatar.

Na final, a França volta a vencer em retorno não sem polêmica devido ao gol de Mbape estragado por impedimento e validado pelo VAR.

Agora o campeonato será retomado com a partida chave entre Juventus em uma seqüência positiva e La Roma de Mourinho na primeira partida real contra um candidato direto para a zona dos campeões, um azar nostálgico que lembra os anos 80 quando Platini, Rossi e Zoff desafiaram Conti, Falcao e Cerezo .....
por MANOLO DAIUTO